Duplamente certificado — SBCP + BAPS. Aplicação de três técnicas distintas: MIA, R24R Dual Plane e Motiva Preservé. Estrutura no Hospital Glória D’Or — Rede D’Or, certificação JCI anual e +200 depoimentos reais no Google.
Seus seios mudaram — e você quer recuperar o que era seu. Mas existe uma forma de fazer isso sem prótese?
Sim. Dependendo do grau de ptose e do volume disponível, é possível reposicionar e remodelar sem nenhum implante — usando apenas o seu próprio tecido.
Mastopexia é o lifting de mama: uma cirurgia plástica que reposiciona o complexo aréolo-papilar, elimina o excesso de pele, remolda o parênquima e devolve à mama um contorno mais jovem e firme. Gravidez, amamentação, perda de peso ou simplesmente o tempo — os gatilhos para a ptose mamária são muitos, e o resultado tende a ser o mesmo: mamas caídas, sem projeção, que têm volume mas perderam a forma.
Com mais de 200 depoimentos reais no Google e 22 anos dedicados ao contorno corporal, o Dr. Alexandre Charão — membro titular da SBCP e da BAPS, com clínica em Botafogo e cirurgias realizadas no Hospital Glória D’Or (bairro da Glória, Zona Sul do Rio) — oferece três abordagens distintas para a mastopexia, escolhidas com base no grau de ptose, no volume disponível e na expectativa estética de cada paciente.
Quais são as três abordagens e quando cada uma é indicada?
A técnica certa não é a mais popular — é a que respeita o que você tem e entrega o que você deseja.
Mastopexia sem prótese — Remodelação com o próprio tecido
Para pacientes que já possuem um volume mamário adequado e apresentam ptose (queda) moderada a severa, a mastopexia ancorada pelo pedículo superomedial é a abordagem com a menor taxa de complicações da literatura médica. A técnica preserva rigorosamente a vascularização nativa da aréola e evita grandes descolamentos de pele, garantindo um índice de segurança estatisticamente superior às técnicas tradicionais.
A superioridade técnica desta abordagem está documentada na revisão clássica Breast Reduction (PMID: 26397273) e chancelada pelas casuísticas clínicas de aplicação da técnica, que comprovam:
- Cicatrização Satisfatória em 96,7%: Ao evitar o corte excessivo de vasos sanguíneos e preservar o tecido profundo, o aporte de oxigênio à ferida é maximizado. Séries cirúrgicas registram que quase 97% das pacientes evoluem com cicatrização primária perfeita.
- Segurança da Aréola (Zero Necrose Total): Como o fluxo sanguíneo do pedículo superomedial é extremamente robusto, a técnica neutraliza os riscos severos. Os dados apontam 0% de incidência de necrose total do complexo aréolo-papilar, preservando também a sensibilidade tátil na esmagadora maioria dos casos.
- Complicações Mínimas Restritas: A taxa global de complicações é drasticamente reduzida (na casa dos 10%), consistindo quase exclusivamente em intercorrências superficiais (como atrasos milimétricos na cicatrização da linha vertical) que regridem de forma espontânea em até quatro semanas sem necessidade de reintervenção.
A cirurgia mamária moderna prioriza a estruturação interna em detrimento da tensão na pele. O tecido glandular é remodelado de dentro para fora para garantir sustentação e projeção. Cientificamente, a técnica do pedículo superomedial superou o antigo pedículo inferior ao entregar mais satisfação estética, segurança vascular e eficiência.
A superioridade matemática da técnica está documentada na recente meta-análise Comparative Outcomes of Superomedial and Inferior Pedicles. A avaliação rigorosa de 5.123 mamas comprovou:
- Satisfação (BREAST-Q): Elevação expressiva de +10,34 pontos nos índices de contentamento corporal das pacientes.
- Segurança Vascular: Queda de 54% no risco de infecções pós-operatórias (RR = 0,46), garantida pela excelente oxigenação do pedículo.
- Eficiência: Redução de 24,7 minutos no tempo de bloco operatório, o que diminui o trauma cirúrgico e a exposição à anestesia.
Tipos de Mastopexia
Mastopexia com prótese — Lifting e aumento simultâneos
A mastopexia de aumento corrige a flacidez severa e a falta de volume numa única intervenção. Para evitar a ptose recidivante (nova queda da mama), a ciência comprova a eficácia da técnica de sling muscular inferolateral combinada com o protocolo High Five. Esta ancoragem interna suporta definitivamente o peso do implante, garantindo estabilidade anatómica a longo prazo.
A eficácia da sustentação muscular está documentada na série cirúrgica Four-step Augmentation Mastopexy:
- Zero Recidiva da Ptose: O uso do músculo peitoral como um “cinto de segurança” inferior suporta o implante de forma vitalícia. Em 266 pacientes acompanhadas por quase 40 meses, mais de 90% relataram satisfação absoluta e total ausência de nova queda mamária.
- Segurança Absoluta: O estudo atesta que ancorar a prótese no plano submuscular, de forma independente da glândula, resultou em 0% de complicações maiores.
- Precisão Biométrica (High Five): O volume não é escolhido por estimativa. O sistema utiliza 5 critérios objetivos (incluindo elasticidade e espessura do tecido) para selecionar um implante cujo peso nunca ultrapasse a capacidade de suporte da pele da paciente.
Mastopexia com lipoenxertia — O lifting natural com gordura própria
Para pacientes que procuram um contorno natural sem implantes, a cirurgia moderna consolidou o “autoaumento”: a mastopexia combinada com lipoenxertia. Esta intervenção utiliza a gordura purificada da própria paciente para preencher o polo superior e reestruturar a glândula, garantindo um volume discreto, alta previsibilidade anatómica e resultados duradouros sem os riscos do material sintético.
A eficácia da reestruturação autóloga está atestada na literatura internacional através de duas frentes:
- Preenchimento Autólogo Seguro: A avaliação técnica Breast Auto-augmentation (PMID: 31065751) comprova que a transferência de gordura (volumes médios de 258 cc) remodela a projeção mamária com sucesso. A técnica regista complicações maiores próximas de zero e anula definitivamente os riscos de contratura capsular associados ao silicone.
- Elevação da Autoestima: O estudo Prospective Outcome Study of 106 Cases of Vertical Mastopexy (PMID: 23582506) monitorizou clinicamente a resposta psicológica à cirurgia. A reestruturação vertical do tecido gerou 94,3% de satisfação global nas pacientes, consolidando uma melhoria estatística de 89,3% nos índices de autoestima.
O que garante que o resultado vai durar?
Resultado bonito no primeiro mês é fácil. Resultado bonito em 5 anos exige planejamento técnico.
A ptose recidivante (retorno da queda ou flacidez de um tecido após ele já ter sido corrigido cirurgicamente) é a principal preocupação após qualquer mastopexia. O Dr. Charão combate esse risco com dois elementos: a escolha correta da técnica de pedículo — que determina a vascularização e a sustentação a longo prazo — e a aplicação do Método de Emagrecimento e Preparo Metabólico Pré-operatório, que prepara o tecido mamário para suportar melhor a cirurgia e cicatrizar com mais qualidade.
O Método 3R — recuperação rápida, sem dor e com cicatrização fina — é aplicado em todas as mastopexias, com grupo exclusivo de WhatsApp para cada paciente durante todo o pós-operatório. O Prêmio O Globo “Faz a Diferença” 2006 e a reportagem do The Washington Post — cujos jornalistas vieram ao Rio especialmente para acompanhar as cirurgias do Dr. Charão — refletem 22 anos de resultados que transformam não apenas corpos, mas histórias de vida.
As cirurgias são realizadas no Hospital Glória D’Or, no bairro da Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro — parte da Rede D’Or, maior rede hospitalar do Brasil, com certificação anual da Joint Commission International (JCI). A clínica de atendimento fica em Botafogo, próxima ao hospital, facilitando o deslocamento antes e depois das cirurgias.
TABELA COMPARATIVA
| Critério | Mastopexia convencional | Dr. Alexandre Charão |
|---|---|---|
| Abordagens disponíveis | Geralmente uma técnica padrão | Três opções: sem prótese, com prótese e com lipoenxertia |
| Técnica de pedículo | Inferior como padrão | Superomedial: maior satisfação BREAST-Q, menor infecção |
| Sustentação a longo prazo | Dependente da sutura | Sling muscular inferolateral validado na literatura brasileira |
| Seleção do implante | Por preferência ou disponibilidade | Sistema High Five — medidas anatômicas objetivas |
| Alternativa sem implante | Raramente combinada com lipoenxertia | Mastopexia com lipoenxertia própria — validada em estudos nacionais |
| Recuperação pós-operatória | 4 a 6 semanas de restrição | Método 3R: recuperação rápida, sem dor, cicatrização fina |
| Acompanhamento pós-op | Consultas em intervalos fixos | Grupo exclusivo de WhatsApp com acesso direto ao médico |
| Centro cirúrgico | Variável | Hospital Glória D’Or (Glória, Zona Sul) — Rede D’Or, certificação JCI |
PERGUNTAS FREQUENTES
Qual a diferença entre mastopexia com e sem prótese?
Sem prótese, o volume vem do remodelamento do tecido mamário existente — indicada para quem tem volume adequado e deseja apenas levantar e firmar. Com prótese, o lifting e o aumento são feitos simultaneamente com sling muscular inferolateral — indicada para ptose associada a deficiência de volume. A indicação depende da avaliação anatômica individual.
O que é mastopexia com lipoenxertia e para quem é indicada?
É a combinação do lifting mamário com enxerto da própria gordura para preencher o polo superior. Indicada para quem busca resultado natural sem implante, com volume discreto. Validada em estudos nacionais publicados no Plastic and Reconstructive Surgery com alta satisfação a longo prazo.
Por que o pedículo superomedial é preferível ao pedículo inferior?
Meta-análise de 5.123 mamas demonstra maior satisfação no BREAST-Q, menor tempo cirúrgico e menor infecção com o pedículo superomedial. É a abordagem preferencial do Dr. Charão para a grande maioria das mastopexias, com indicação final definida pela anatomia individual.
A mastopexia com implante é mais arriscada?
Sim, a combinação tem maior potencial de complicações do que a mastopexia isolada. Por isso, o Dr. Charão aplica sling muscular inferolateral e sistema High Five para minimizar riscos e garantir durabilidade do resultado. Planejamento rigoroso é o que diferencia resultado duradouro de resultado temporário.
Quanto tempo dura o resultado de uma mastopexia?
Depende da técnica, qualidade tecidual e estilo de vida. O pedículo superomedial e o sling muscular, combinados com o Preparo Metabólico que otimiza a qualidade tecidual antes da cirurgia, contribuem para maior durabilidade. Variações de peso significativas após a cirurgia podem comprometer o resultado a longo prazo.
O Método 3R se aplica à mastopexia?
Sim. O Método 3R — recuperação rápida, sem dor e com cicatrização fina — é aplicado em todas as mastopexias. O grupo exclusivo de WhatsApp garante acesso direto ao Dr. Charão para monitoramento da cicatriz e suporte contínuo durante todo o pós-operatório.
É possível fazer mastopexia após amamentação?
Sim, e é uma das indicações mais comuns. Recomenda-se aguardar pelo menos 6 meses após o término da amamentação para que o tecido mamário estabilize seu volume. O Dr. Charão avalia cada caso individualmente e define a abordagem mais adequada — com ou sem implante, com ou sem lipoenxertia.
Onde a mastopexia é realizada pelo Dr. Charão?
As cirurgias são realizadas no Hospital Glória D’Or, no bairro da Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro — parte da Rede D’Or, com certificação JCI anual. A clínica de atendimento fica em Botafogo, na mesma Zona Sul, facilitando os deslocamentos antes e depois da cirurgia.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- Hall-Findlay EJ, Shestak KC. Breast reduction. Plast Reconstr Surg. 2015;136(4):531e-544e. doi:10.1097/PRS.0000000000001622. Texto publicado em https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26397273/
- Bauermeister AJ, et al. Comparative outcomes of superomedial and inferior pedicles in breast reduction and mastopexy: a meta-analysis of 5,123 breasts. Aesthetic Plast Surg. 2024. doi:10.1007/s00266-024-04389-0. Texto publicado em https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39433614/
- Ono MT, Karner BM. Four-step augmentation mastopexy: lift and augmentation at single time (LAST). Plast Reconstr Surg Glob Open. 2019;7(11):e2523. doi:10.1097/GOX.0000000000002523. Texto publicado em https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31942312/
- Jornal O Globo. Prêmio O Globo “Faz a Diferença” — Dr. Alexandre Charão. Rio de Janeiro: Editora Globo; 2006.
https://memoria.oglobo.globo.com/institucional/promocoes/precircmio-faz-diferenccedila-2006-4ordf-ediccedilatildeo-12835191#:~:text=MUNDO%20%E2%80%94%20Alexandre%20Char%C3%A3o%2C%20cirurgi%C3%A3o%20do%20M%C3%A9dicos%20sem%20Fronteiras
- The Washington Post. Body contouring surgery in Brazil: inside the practice of Dr. Alexandre Charão. Washington DC: The Washington Post;
https://www.washingtonpost.com/world/interactive/2024/brazil-abs-plastic-surgery-six-packs/
- CÁRDENAS-CAMARENA, Lázaro et al. Breast Auto-augmentation (Mastopexy and Lipofilling): An Option for Quitting Breast Implants. Aesthetic Plastic Surgery, v. 43, n. 4, p. 882-891, ago. 2019. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31065751/.
- SWANSON, Eric. Prospective outcome study of 106 cases of vertical mastopexy, augmentation/mastopexy, and breast reduction. Journal of Plastic, Reconstructive & Aesthetic Surgery, v. 66, n. 7, p. 937-949, jul. 2013. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23582506/.
Aviso Legal: As informações desta página têm caráter educativo e informativo, não substituindo a consulta médica presencial. O Dr. Alexandre Charão é membro titular da SBCP e da BAPS, com CRM-RJ ativo. Toda cirurgia envolve riscos; resultados podem variar individualmente. Em conformidade com as normas do CFM e da SBCP.