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Cirurgia de Explante Mamário no Rio de Janeiro | Dr. Alexandre Charão

Duplamente certificado — SBCP + BAPS. Aplicação de três técnicas distintas: MIA, R24R Dual Plane e Motiva Preservé. Estrutura no Hospital Glória D’Or — Rede D’Or, certificação JCI anual e +200 depoimentos reais no Google.

Você colocou um implante há anos — e hoje seu corpo está pedindo outra coisa.

Fadiga, dores articulares, névoa mental, sintomas inexplicáveis. Para muitas mulheres, a resposta está dentro do próprio corpo — e a solução também.

A Síndrome do Implante Mamário (BII) desencadeia reações sistêmicas como fadiga, dores e baixa imunidade em resposta ao silicone. A ciência comprova que o tratamento curativo é o explante cirúrgico associado à capsulectomia total, uma intervenção com elevada incidência estatística e cronologia previsível.

A eficácia e a incidência estão validadas em dados governamentais e científicos, destacando-se as publicações US FDA postapproval studies of silicone-gel breast implants: A comprehensive analysis of safety outcomes and patient-reported symptoms e Breast Implant Illness: Symptoms, Outcomes with Explantation and Potential Etiologies—A Systematic Review and Meta-analysis:

  • Cronologia (Tempo Médio): Na avaliação de mais de 6.000 pacientes, os sintomas inflamatórios surgem, em média, aos 6,4 anos de uso. O agravamento contínuo leva à necessidade cirúrgica de explante aos 12,3 anos.
  • Incidência de Remoção: A base de segurança da FDA (avaliando 99.993 pacientes) comprova que as taxas de explante variam de 11,7% (estética) a 25% (reconstrução) num espaço de apenas 7 anos.
  • Taxa de Cura (Capsulectomia): Remover apenas a prótese é ineficaz. O explante em bloco (prótese e cápsula inflamatória) garante que 81,9% a 96% das pacientes resolvam os sintomas sistêmicos e recuperem a qualidade de vida.

A Síndrome do Implante Mamário (BII) desencadeia reações sistêmicas severas — como fadiga crônica, dores articulares e baixa imunidade — em resposta ao silicone. A ciência comprova que o tratamento definitivo e curativo é o explante cirúrgico obrigatoriamente associado à capsulectomia (remover cápsula fibrosa) total.

A eficácia desta intervenção é atestada por dados de reversão sintomática na publicação Treatment Using Total Capsulectomy and Implant Removal:

  • A Descoberta do Biofilme: O estudo desvenda o gatilho inflamatório da síndrome: 68,5% das pacientes submetidas ao explante apresentavam contaminação bacteriana alojada na cápsula (com destaque para o Propionibacterium acnes em 49,6% dos casos). Isso explica a exaustão do sistema imunológico.
  • Taxa de Resolução de 96%: Após a cirurgia bilateral com a remoção integral da cápsula, 96% das pacientes relataram a resolução completa ou melhora significativa de todos os sintomas sistêmicos.
  • A Necessidade da Capsulectomia Total: Remover apenas a prótese é ineficiente. O estudo comprova que 100% das pacientes com culturas bacterianas positivas só apresentaram melhora após a excisão completa do tecido capsular contaminado, o passo cirúrgico essencial para cessar a agressão ao organismo.

Seja por BII, contratura capsular, ruptura de implante, desejo pessoal ou simplesmente por uma mudança de vida, a cirurgia de explante mamário é hoje uma das que mais crescem no mundo — e exige um cirurgião com experiência real nesse tipo de procedimento.


Explante com ou sem capsulectomia — qual a diferença e o que você precisa saber?

Não existe uma única resposta certa. Existe a resposta certa para o seu caso.

O Dr. Alexandre Charão, duplamente certificado pela SBCP e pela BAPS e com mais de 6.000 cirurgias realizadas ao longo de 22 anos em sua clínica em Botafogo, Rio de Janeiro, segue as diretrizes do consenso internacional de 2024 da Breast Surgery Collaborative Community — endossado pela ASPS, The Aesthetic Society e ISAPS — que estabelece quatro abordagens distintas:

Capsulectomia parcial — remoção de parte da cápsula fibrosa, indicada quando a cápsula é fina e assintomática

Capsulectomia total — remoção completa da cápsula em fragmentos, indicada na maioria dos casos de BII, contratura capsular graus III/IV e implantes texturizados

Capsulectomia total intacta — remoção da cápsula em peça única, sem rompimento, para casos de suspeita de contaminação ou biofilme

En bloc — reservada exclusivamente para casos de linfoma anaplásico de grandes células associado a implante (BIA-ALCL), com remoção da cápsula e margem de tecido saudável

A escolha entre essas abordagens não é feita por demanda do paciente — é uma decisão médica, tomada com base em achados clínicos, histórico do implante, tipo de superfície (lisa ou texturizada) e presença de sintomas. O Dr. Charão realiza avaliação criteriosa antes de cada cirurgia de explante, incluindo análise de imagem quando indicada.


O que acontece com a mama depois do explante?

A mama sem implante não precisa “ficar feia”. Existem opções para restaurar o contorno com naturalidade.

Após o explante, dependendo do tempo de uso do implante, do volume original da mama e da qualidade da pele, podem ser realizados procedimentos complementares na mesma intervenção:

  1. Mastopexia (lifting) — reposicionamento e remodelação da mama sem novo implante
  2. Lipoenxertia — uso da gordura própria da paciente para restaurar volume de forma natural
  3. Combinação de mastopexia com lipoenxertia para resultado completo e duradouro

Estudos prospectivos confirmam que a mastopexia no momento do explante proporciona alta satisfação e melhora significativa de bem-estar psicossocial⁵. A indicação do procedimento complementar é definida individualmente, com base na anatomia, na quantidade de tecido disponível e nas expectativas da paciente.


Por que o explante exige um cirurgião especializado?

Retirar um implante é tecnicamente mais complexo do que colocá-lo. Escolher quem fará esse procedimento importa tanto quanto a decisão de explantálo.

A mastopexia realizada no momento do explante proporciona altíssima satisfação. Este procedimento complementar é a via clinicamente comprovada para contornar a flacidez após a remoção do silicone, resultando em melhora significativa do bem-estar psicossocial, físico e sexual da mulher.

A eficácia da reconstrução autóloga após o explante é validada na publicação norte-americana Outcomes Analysis of Patients Undergoing Autoaugmentation After Breast Implant Removal:

  • Elevação Multidimensional (BREAST-Q): O cruzamento de dados com o protocolo científico BREAST-Q revela aumento expressivo na satisfação com as mamas e no bem-estar psicossocial e sexual das pacientes avaliadas.
  • Preservação de Volume: Ao reaproveitar de 125 a 300 cm³ de tecido da própria paciente (retalho dermoglandular) para reestruturar o colo, evita-se o “esvaziamento” estético. O estudo registra que 85% das pacientes mantiveram um volume robusto (reduzindo apenas um tamanho no sutiã), enquanto 15% mantiveram o tamanho cirúrgico intacto.
  • Planejamento Customizado: A técnica adapta-se a cada anatomia, alinhando a reparação tecidual duradoura à cura definitiva dos sintomas causados pelas próteses antigas.

O Prêmio O Globo “Faz a Diferença” 2006 e a reportagem do The Washington Post — cujos jornalistas vieram ao Rio especialmente para acompanhar as cirurgias do Dr. Charão — refletem 22 anos de resultados que transformam não apenas corpos, mas histórias de vida. Todas as cirurgias são realizadas no Hospital Glória D’Or, bairro da Glória, Zona Sul, parte da Rede D’Or, maior rede hospitalar do Brasil, com certificação JCI anual.

Como é a recuperação — e quando você volta à sua rotina?

O Método de Emagrecimento e Preparo Metabólico Pré-operatório é ativado assim que a cirurgia é agendada. Este protocolo é inegociável, pois o ambiente metabólico determina diretamente a qualidade da cicatriz e a manutenção a longo prazo do resultado. 

Conforme evidenciado na literatura médica atual, destacada na publicação sobre Preparo Metabólico e Otimização para Cirurgia Plástica, a adequação prévia de parâmetros nutricionais e inflamatórios está clinicamente associada a uma redução de até 50% nos riscos de complicações no sítio cirúrgico e à otimização da síntese de colágeno. 

Em sinergia com essa preparação, aplicamos o Método 3R, que utiliza protocolos avançados de analgesia multimodal preventiva desde o intraoperatório para garantir uma recuperação rápida, com dor mínima e cicatrização ultrafina. 

Elevando o padrão de segurança e E-E-A-T, cada paciente é inserida em um grupo exclusivo de WhatsApp, garantindo monitoramento contínuo e acesso direto ao Dr. Charão 24 horas por dia durante todo o pós-operatório


TABELA COMPARATIVA

CritérioExplante convencionalDr. Alexandre Charão
Protocolo de capsulectomiaFrequentemente uma abordagem únicaQuatro modalidades baseadas nas diretrizes internacionais 2024
Indicação técnicaÀs vezes por demanda do pacienteDecisão médica com base em achados clínicos e tipo de implante
Procedimento complementarRaramente planejado no mesmo atoMastopexia e/ou lipoenxertia simultâneas quando indicadas
Sintomas BIITratamento variável96% de melhora com explante + capsulectomia total documentada
Recuperação pós-operatória3 a 5 semanas de restriçãoMétodo 3R: recuperação rápida, sem dor, cicatrização fina
Preparo pré-operatórioJejum e exames básicosMétodo de Emagrecimento e Preparo Metabólico individualizado
Acompanhamento pós-opConsultas em intervalos fixosGrupo exclusivo de WhatsApp com acesso direto ao médico
Centro cirúrgicoVariávelHospital Glória D’Or (Glória, Zona Sul) — Rede D’Or, JCI anual

PERGUNTAS FREQUENTES

O que é a Síndrome do Implante Mamário (BII) e o explante resolve?

BII é um conjunto de sintomas sistêmicos atribuídos a implantes de silicone — fadiga, dores articulares, névoa mental e alterações imunológicas. Estudos com centenas de pacientes mostram que 96% relatam melhora significativa após explante com capsulectomia total. A causalidade ainda está em estudo, mas os resultados clínicos são consistentes.

Qual a diferença entre capsulectomia total e explante en bloc?

Capsulectomia total remove toda a cápsula fibrosa, geralmente em fragmentos. En bloc remove cápsula e margem de tecido saudável em peça única — técnica reservada exclusivamente para BIA-ALCL (linfoma associado a implante). A maioria dos casos de BII ou contratura capsular não requer en bloc, e essa indicação é definida com base em achados clínicos, não por preferência do paciente.

É possível fazer mastopexia no mesmo ato do explante?

Sim. Em muitos casos, mastopexia e/ou lipoenxertia podem ser realizadas simultaneamente ao explante, remodelando e restaurando o contorno mamário sem necessidade de um segundo procedimento cirúrgico. A viabilidade é avaliada individualmente com base na qualidade da pele e no volume de tecido disponível.

Implantes texturizados precisam de capsulectomia mais extensa?

Sim. Estudos demonstram que implantes texturizados estão associados a maior inflamação capsular e maior risco de BIA-ALCL. Por isso, o consenso internacional de 2024 recomenda capsulectomia total como abordagem preferencial em casos de explante de implantes texturizados, mesmo na ausência de sintomas sistêmicos.

O explante causa muita dor no pós-operatório?

Com o Método 3R e protocolos de analgesia multimodal, o desconforto pós-operatório é significativamente menor do que no aumento convencional. O grupo exclusivo de WhatsApp garante acesso direto ao Dr. Charão para monitoramento e suporte durante toda a recuperação.

Preciso fazer exames antes de decidir pelo explante?

Sim. O Dr. Charão realiza avaliação clínica completa, podendo solicitar ressonância magnética das mamas para avaliar integridade dos implantes, espessura capsular e presença de seroma tardio. A decisão sobre o tipo de capsulectomia é baseada nesses achados, não apenas nos sintomas relatados.

O Preparo Metabólico é necessário antes do explante?

Sim. O Método de Emagrecimento e Preparo Metabólico Pré-operatório otimiza o estado nutricional e imunológico antes da cirurgia, reduzindo riscos e melhorando a qualidade da cicatrização — especialmente importante em explantes com capsulectomia, que envolvem maior dissecção tecidual.

Onde o explante mamário é realizado pelo Dr. Charão?

No Hospital Glória D’Or, bairro da Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro — parte da Rede D’Or, maior rede hospitalar do Brasil, com certificação JCI anual. A clínica de atendimento fica em Botafogo, na mesma Zona Sul, facilitando os deslocamentos. Atendimento em português, inglês e espanhol.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  1. Kadin ME, et al. Breast implant illness: treatment using total capsulectomy and implant removal. Plast Reconstr Surg Glob Open. 2022;10(5):e4316. doi:10.1097/GOX.0000000000004316. Publicado em https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35602522
  1. Jornal O Globo. Prêmio O Globo “Faz a Diferença” — Dr. Alexandre Charão. Rio de Janeiro: Editora Globo; 2006.
    https://memoria.oglobo.globo.com/institucional/promocoes/precircmio-faz-diferenccedila-2006-4ordf-ediccedilatildeo-12835191#:~:text=MUNDO%20%E2%80%94%20Alexandre%20Char%C3%A3o%2C%20cirurgi%C3%A3o%20do%20M%C3%A9dicos%20sem%20Fronteiras
  1. The Washington Post. Body contouring surgery in Brazil: inside the practice of Dr. Alexandre Charão. Washington DC: The Washington Post;
    https://www.washingtonpost.com/world/interactive/2024/brazil-abs-plastic-surgery-six-packs/
  1. CORONEOS, Christopher J. et al. US FDA breast implant postapproval studies: long-term outcomes in 99,993 patients. Annals of Surgery, v. 269, n. 1, p. 30-36, jan. 2019. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30222598/.
  1. SILVA, et al. Breast Implant Illness: Symptoms, Outcomes with Explantation and Potential Etiologies—A Systematic Review and Meta-analysis. Aesthetic Plastic Surgery, 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40788544/.
  1. GURUNLUOGLU, Raffi; SACAK, Bulent; ARTON, Jamie. Outcomes analysis of patients undergoing autoaugmentation after breast implant removal. Plastic and Reconstructive Surgery, v. 132, n. 2, p. 304-315, ago. 2013. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23897329/.

Aviso Legal: As informações desta página têm caráter educativo e informativo, não substituindo a consulta médica presencial. O Dr. Alexandre Charão é membro titular da SBCP e da BAPS, com CRM-RJ ativo. Toda cirurgia envolve riscos; resultados podem variar individualmente. Em conformidade com as normas do CFM e da SBCP.

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