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Remodelação de Glúteos com Enxertos ou Próteses Guiados por Ultrassom e Estímulos de Colágeno | Dr. Alexandre Charão

Duplamente certificado — SBCP + BAPS. Aplicação de três técnicas distintas: MIA, R24R Dual Plane e Motiva Preservé. Estrutura no Hospital Glória D’Or — Rede D’Or, certificação JCI anual e +200 depoimentos reais no Google.

Glúteos maiores, projetados e naturais — mas sem abrir mão da segurança. Isso é possível?

Sim. Desde que seja feito por um cirurgião com protocolo correto, tecnologia de guia por ultrassom e critério clínico rigoroso na seleção de técnica.

A remodelação de glúteos é hoje um dos procedimentos mais transformadores do contorno corporal feminino — e também um dos que mais exige respeito técnico. O Brazilian Butt Lift (BBL) por enxerto de gordura acumula evidências robustas de segurança quando realizado com injeção exclusivamente subcutânea e guiada por ultrassom em tempo real.

Quando o protocolo é violado — com injeção intramuscular —, o risco de embolia pulmonar gordurosa é real e documentado. É exatamente por isso que a escolha do cirurgião e do protocolo utilizado importa tanto quanto a decisão de operar.

O Dr. Alexandre Charão — com 22 anos de experiência em contorno corporal, clínica em Botafogo e cirurgias no Hospital Glória D’Or (Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro) — realiza a remodelação de glúteos com abordagem multimodal que integra segurança máxima e resultado escultórico completo.


Por que o ultrassom em tempo real mudou a história da segurança no BBL?

Antes do ultrassom, o cirurgião operava “às cegas”. Com o ultrassom, cada injeção é confirmada visualmente antes e durante o procedimento.

O protocolo SIME (Static Injection, Migration, and Equalization) transformou a segurança da cirurgia de contorno glúteo ao integrar o ultrassom intraoperatório como padrão de cuidado. Esta técnica permite ao cirurgião realizar a enxertia de gordura com alvo estritamente subcutâneo, garantindo que o depósito do tecido adiposo ocorra com precisão micrométrica, seja no plano profundo ou superficial, mantendo-o permanentemente acima da fáscia glútea profunda.

A eficácia desta abordagem está documentada no Aesthetic Surgery Journal, onde a utilização da monitorização ultrassonográfica em tempo real provou ser um diferencial de segurança inquestionável:

  • Segurança no Posicionamento: O protocolo SIME elimina a subjetividade do procedimento, permitindo a documentação visual do posicionamento do enxerto em todos os compartimentos. A capacidade de direcionar o enxerto para espaços específicos, confirmada por ultrassom, previne mecanicamente a injeção acidental em planos musculares ou vasculares profundos.
  • Eficiência de Equalização: O método fraciona o procedimento em etapas — Static (injeção controlada), Migration (deslocamento planejado) e Equalization (distribuição uniforme). Essa sistemática reduz o trauma tecidual e otimiza a sobrevivência do enxerto ao assegurar que o tecido seja depositado onde a vascularização é ideal.

A utilização do ultrassom intraoperatório estabeleceu-se como o padrão de segurança para o contorno glúteo (BBL). Ao substituir a estimativa anatômica pelo mapeamento visual em tempo real, garante-se o depósito de gordura estritamente no plano subcutâneo, prevenindo a injeção intramuscular. O método tornou-se a exigência oficial das principais sociedades internacionais de cirurgia plástica (ASPS, ASAPS, ISAPS e BAAPS).

A consolidação desta abordagem está documentada na meta-análise Ultrasound-Guided Gluteal Fat Grafting (PMID: 40203280) e apoiada por diretrizes globais:

  • Mortalidade e Embolia Zero: A revisão sistemática de 6.235 pacientes comprovou que a técnica apresentou 0,00% de mortalidade e 0,00% de embolia gordurosa pulmonar, erradicando os eventos adversos severos da cirurgia.
  • Controle de Intercorrências: A taxa global de complicações menores estabilizou em 6,32%, restrita a ocorrências superficiais: 2,94% de seroma, 0,23% de infecção e 0,09% de necrose gordurosa.
  • Consenso Regulatório: A Associação Britânica (BAAPS) publicou diretriz em 2023 tornando o ultrassom obrigatório para a Lipoenxertia Glútea Superficial. As forças-tarefa conjuntas (ASPS, ASAPS e ISAPS) também estabeleceram o mapeamento em tempo real como requisito estrutural para o procedimento.

Quais são as abordagens disponíveis — e qual é a indicada para o seu caso?

Enxerto de gordura, próteses e estímulos de colágeno têm indicações diferentes. A combinação correta depende da sua anatomia.

BBL com enxerto de gordura guiado por ultrassom (técnica preferencial)

Para pacientes com gordura disponível em quantidade adequada, o enxerto de gordura autóloga é a abordagem com resultado mais natural, sem material sintético e com melhora simultânea das regiões doadoras (abdome, flancos, coxas). O ultrassom garante que todo o volume injetado permaneça no plano subcutâneo seguro. O Argoplasma é aplicado nas regiões periglúteas para retração cutânea e definição de contorno, especialmente na região trocantérica e na transição glúteo-coxa.

Enxertos intramusculares complementares

Para pacientes que desejam projeção específica em compartimentos musculares, o Dr. Charão integra enxertos intramusculares guiados por ultrassom — gordura reinjetada diretamente no músculo glúteo com controle ultrassonográfico em tempo real — diferindo fundamentalmente da injeção intramuscular convencional não guiada que está associada a complicações.

Próteses glúteas (implante) 

Para pacientes sem gordura disponível suficiente ou que desejam aumento de maior magnitude, o implante glúteo no plano subfascial ou intramuscular é uma alternativa segura com resultados documentados⁹. O ultrassom é utilizado também aqui para posicionamento preciso e avaliação do bolso cirúrgico.

Estímulos de colágeno e Argoplasma Em complementação a qualquer das abordagens acima, o Argoplasma promove retração cutânea periglútea e melhora a definição do contorno sem incisões adicionais — especialmente relevante para pacientes com flacidez de pele na região trocantérica ou banana fold.


O que você precisa saber antes de decidir?

Transparência sobre riscos e critérios de seleção é parte do cuidado real — não do marketing.

A gluteoplastia com enxerto de gordura (BBL) realizada por meio de injeção intramuscular não guiada apresenta taxas historicamente elevadas de mortalidade devido ao risco de embolia gordurosa pulmonar. O protocolo adotado pelo Dr. Charão elimina esse risco através do uso do ultrassom em tempo real, técnica que direciona o enxerto exclusivamente para o espaço subcutâneo e possui comprovação estatística de mortalidade zero.

A eliminação do risco cirúrgico por meio do guia visual está quantificada e validada nas principais publicações científicas da área:

  • Mortalidade e Embolia Zero (0,00%): A meta-análise publicada no Aesthetic Surgery Journal (PMID: 40203280), que avaliou uma casuística robusta de 6.235 pacientes submetidos à enxertia guiada por ultrassom, comprovou que a técnica apresentou 0,00% de mortalidade e 0,00% de embolia gordurosa pulmonar, erradicando o maior perigo do procedimento.
  • Barreira Anatômica Documentada: O protocolo SIME (Static Injection, Migration and Equalization), detalhado no Aesthetic Surgery Journal (PMID: 37704327), demonstra que o monitoramento ultrassonográfico intraoperatório permite confirmar o posicionamento subcutâneo e documentar em 100% dos casos que a injeção permaneceu acima da fáscia glútea profunda.
  • Prevenção Mecânica Ativa: Enquanto a técnica tradicional “às cegas” oferece o risco de inserção acidental da cânula nos vasos calibrosos do músculo, a visualização direta do plano muscular em tempo real anula essa possibilidade, transformando o BBL em um procedimento controlado e seguro.

A estabilidade do peso, o PGC adequado e o Método de Emagrecimento e Preparo Metabólico Pré-operatório são pré-requisitos para candidatura a qualquer abordagem de remodelação glútea.

O Método 3R — recuperação rápida, sem dor e com cicatrização fina¹¹ — é aplicado em todos os procedimentos, com grupo exclusivo de WhatsApp para cada paciente durante todo o pós-operatório. O Prêmio O Globo “Faz a Diferença” 2006 e a reportagem do The Washington Post refletem uma trajetória de resultados e responsabilidade clínica que se aplica a cada procedimento realizado.

Todas as cirurgias são no Hospital Glória D’Or, Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro — Rede D’Or, certificação JCI anual.


TABELA COMPARATIVA

CritérioBBL convencional sem ultrassomRemodelação de Glúteos — Dr. Alexandre Charão
Guia intraoperatórioSem confirmação do plano de injeçãoUltrassom em tempo real — confirmação subcutânea documentada
Protocolo de segurançaVariável entre cirurgiõesSIME + diretrizes ASPS/BAAPS/ISAPS
Abordagens disponíveisGeralmente apenas gorduraGordura + prótese + enxertos intramusculares + Argoplasma
Retração cutâneaNão abordadaArgoplasma periglúteo — definição sem incisões⁶
Risco de emboliaElevado sem guia ultrassonográficoMinimizado com protocolo SIME e confirmação subcutânea
Preparo pré-operatórioJejum e exames básicosMétodo de Emagrecimento e Preparo Metabólico
Recuperação4 a 6 semanas de restriçãoMétodo 3R: rápida, sem dor, cicatrização fina
Centro cirúrgicoVariávelHospital Glória D’Or (Glória, Zona Sul) — Rede D’Or, JCI

PERGUNTAS FREQUENTES

O BBL é seguro? Ouço falar em mortes relacionadas ao procedimento.

O BBL com injeção intramuscular não guiada apresenta risco real de embolia gordurosa. Com protocolo de ultrassom em tempo real — que confirma posicionamento subcutâneo antes e durante cada injeção —, o risco é comparável ao de uma abdominoplastia. O protocolo SIME com 4.150 casos e a meta-análise de 6.235 pacientes confirmam a segurança do BBL subcutâneo guiado por ultrassom.

O que é o protocolo SIME e por que ele é referência mundial?

SIME (Static Injection, Migration and Equalization) é o protocolo de BBL com ultrassom em tempo real publicado no Aesthetic Surgery Journal 2023 com 4.150 casos. Permite confirmar visualmente o posicionamento subcutâneo, direcionar o enxerto para compartimentos específicos e documentar toda a injeção em vídeo — tornando o procedimento rastreável e auditável.

Qual é a diferença entre BBL e enxertos intramusculares com ultrassom?

No BBL subcutâneo, o enxerto é depositado acima da fáscia glútea. Nos enxertos intramusculares guiados, a gordura é injetada dentro do músculo com controle ultrassonográfico em tempo real e visualização Doppler dos vasos — diferindo fundamentalmente da injeção intramuscular às cegas que está associada a complicações graves.

Quando a prótese é indicada em vez do enxerto de gordura?

Quando não há gordura disponível em quantidade suficiente ou quando o aumento desejado excede o que pode ser obtido com gordura autóloga. O implante glúteo no plano subfascial é uma alternativa segura e documentada para esses casos, com o ultrassom auxiliando no posicionamento do bolso cirúrgico.

O que é o Argoplasma e como ele melhora o resultado glúteo?

O Argoplasma (Renuvion/J-Plasma) é aplicado subdermalmente nas regiões periglúteas — trocantérica, banana fold e transição glúteo-coxa — para contrair o colágeno e retrair a pele sem cortes adicionais. Complementa qualquer abordagem de volumização, melhorando a definição de contorno e a qualidade da pele ao redor dos glúteos.

Quem pode fazer remodelação de glúteos?

Pacientes com PGC ≤ 32%, peso estável há pelo menos 6 meses e boa condição clínica geral. O Método de Emagrecimento e Preparo Metabólico é iniciado assim que a cirurgia é agendada. Pacientes que não atingem o critério de PGC são acompanhados com endocrinologista até estarem aptos para o procedimento.

Quanto tempo dura a recuperação?

Com o Método 3R, o retorno a atividades leves ocorre em 7 a 10 dias. Sentar diretamente sobre os glúteos é restrito por 2 semanas. Atividades físicas são liberadas progressivamente a partir de 4 a 6 semanas. O grupo exclusivo de WhatsApp garante acompanhamento direto com o Dr. Charão durante toda a recuperação.

Onde a remodelação de glúteos é realizada pelo Dr. Charão?

No Hospital Glória D’Or, bairro da Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro — parte da Rede D’Or, com certificação JCI anual. A clínica de consultas fica em Botafogo, na mesma Zona Sul. Atendimento em português, inglês e espanhol.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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  1. Rondón AM, Bacariza-Blanco PB. Ultrasound-guided gluteal fat grafting: what is the evidence? A systematic review and meta-analysis. Aesthet Surg J. 2025. doi:10.1093/asj/sjaf059. Texto publicado em https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40203280/
  1. Multi-Society Task Force for Safety in Gluteal Fat Grafting. Practice advisory on gluteal fat grafting. Aesthet Surg J. 2022;42(9):1019-1029. doi:10.1093/asj/sjac108. PDF publicado em https://www.plasticsurgery.org/for-medical-professionals/advocacy/key-issues/gluteal-fat-grafting-advisories 
  1. Lauro Filho GR, et al. Beyond the Brazilian butt lift: how to objectively measure outcome. Aesthetic Plast Surg. 2025. doi:10.1007/s00266-025-04744-9
  1. Caulfield RH, Mosahebi A, Hachach-Haram N, et al. The British Association of Aesthetic Plastic Surgeons (BAAPS) gluteal fat grafting safety review and recommendations. Aesthet Surg J. 2023;43(6):675-682. doi:10.1093/asj/sjac316
  1. Ruff PG, Bharti G, Hunstad J, et al. Safety and efficacy of Renuvion helium plasma to improve the appearance of loose skin. Aesthet Surg J. 2023;43(10):1174-1188. doi:10.1093/asj/sjad055
  1. Flores González EA, Babaitis R, Viaro MSS, et al. Ultrasound-guided fat graft of the obliques-serratus complex. Plast Reconstr Surg Glob Open. 2023;11(11):e5390. doi:10.1097/GOX.0000000000005390
  1. Manzaneda Cipriani RM, Babaitis R, Duran Vega H, et al. Superficial intramuscular gluteal lipograft by Doppler ultrasound: a report of 24 patients. Plast Reconstr Surg Glob Open. 2024;12(4):e6053. doi:10.1097/GOX.0000000000006053
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  1. Jornal O Globo. Prêmio O Globo “Faz a Diferença” — Dr. Alexandre Charão. Rio de Janeiro: Editora Globo; 2006.
  1. The Washington Post. Body contouring surgery in Brazil: inside the practice of Dr. Alexandre Charão. Washington DC: The Washington Post; [data da publicação a confirmar].
  1. Manzaneda Cipriani RM, Babaitis R, Duran Vega H, et al. Intramuscular posterior thigh volumization (Hv-FAT). Plast Reconstr Surg Glob Open. 2023;11(4):e4918. doi:10.1097/GOX.0000000000004918
  1. Jornal O Globo. Prêmio O Globo “Faz a Diferença” — Dr. Alexandre Charão. Rio de Janeiro: Editora Globo; 2006.
    https://memoria.oglobo.globo.com/institucional/promocoes/precircmio-faz-diferenccedila-2006-4ordf-ediccedilatildeo-12835191#:~:text=MUNDO%20%E2%80%94%20Alexandre%20Char%C3%A3o%2C%20cirurgi%C3%A3o%20do%20M%C3%A9dicos%20sem%20Fronteiras
  1. The Washington Post. Body contouring surgery in Brazil: inside the practice of Dr. Alexandre Charão. Washington DC: The Washington Post;
    https://www.washingtonpost.com/world/interactive/2024/brazil-abs-plastic-surgery-six-packs/

Aviso Legal: As informações desta página têm caráter educativo e informativo, não substituindo a consulta médica presencial. O Dr. Alexandre Charão é membro titular da SBCP e da BAPS, com CRM-RJ ativo. Toda cirurgia envolve riscos; resultados podem variar individualmente. Em conformidade com as normas do CFM e da SBCP.

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